<i>Galp</i> sob novo ataque
«Surge uma nova avalanche de ataques visando a total privatização da empresa e o seu desmantelamento, com preocupante incidência na área de exploração petrolífera e da comercialização e distribuição de combustíveis», alertou a Comissão Central de Trabalhadores da Petrogal, assinalando simultaneamente «situações que exacerbam os consumidores contra a marca Galp, criada pela Petrogal EP».
No comunicado que divulgou dia 22, a CCT evoca as transformações muito negativas ocorridas com a política de privatização. Denuncia ainda que «grandes interesses privados, conluiados também com accionistas e administradores da Galp Energia, procuram por todos os meios vir a dominá-la». Isto envolve «as manobras mais diversas, até no âmbito da actual administração e com ataques personalizados», e não tem como objectivo colocar a empresa ao serviço de Portugal, mas antes utilizá-la «ao seu serviço e para os seus interesses privados».
A CCT acusa o Governo e «os demais importantes órgãos de soberania que deviam empenhar-se em defender tão essencial empresa para o País e garantir o domínio do Estado nela, nada fazem que reflicta a necessária defesa dos interesses nacionais». «Urge defender a Petrogal/Galp Energia» e «impõe-se pôr fim à política que vem sendo seguida no País», apela a estrutura representativa dos trabalhadores da petrolífera nacional.